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Doar Sangue, Um Gesto Simples e Gesto Nobre
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Voto Distrital
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"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
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e à Natureza!"

(Jhosa)

[Contra-Capa]

VERBO IRREGULAR

Lular vai muito além de Malufar, que visava apenas ao dinheiro!
(Por: Joseh Pereira – 01/08/2018) – Reeditado do Post de 27/01/2013

Melhor um modo místico – em que se distancia do circunstancial para se aprofundar de modo imperturbável na estrutura do signo – que criarmos uma outra coisa, o mítico, acima do senso comum, a despertar paixões que apenas esquentam e não iluminam. Aí, entre o fanatismo e fatalismo, típicos das piores seitas ou um paganismo qualquer, nasce coisa mais grave que o velho fenômeno do malufismo, já em nossos retrovisores e posto no chinelo logo depois do ano fatídico de 2003, com o trágico advento do mestre supremo do corruptismo, nacional e internacional. Falamos da Era Lula (agonizante, mas viva) de tristes registros e não menos lamentável memória. E eis que, durante incômoda Era, surge da fértil imaginação popular rumo aos dicionários nova palavra, herança verbal de Lula da Silva (“Lular”), que organiza de forma linear os significados do referido verbo, um feliz neologismo de um tempo deveras infeliz do nosso Brasil. Alertamos, no entanto, que “lular” é verbo irregular pelas ações que concentra, ética e moralmente impróprias, não do ponto de vista gramatical, segundo as regras aplicadas da Conjugação Verbal. Se o leitor for como eu e ainda tiver em sua biblioteca pessoal um Breviário de Verbos, logo notará que o verbo em pauta pertence à primeira conjugação (termina em “ar”) e é regular, como “cantar”, “correr”, “partir”, ou seja, ao conjugá-lo, bastam radical e desinência verbais atenderem ao paradigma da primeira, segunda e terceira conjugações. Aqui, como em outras áreas, analogicamente, quem complica são sempre os irregulares, inclusive, os anômalos, como os verbos “ser” ou “ir”. Não tendo, enfim, encontrado um “macete” para simplificar as regras, optei por um [Conjugador Verbal], amplo e detalhado, a quem desejar se esclarecer melhor em matéria de verbos em geral. Mas, como dizíamos, o verbo “lular” é totalmente irregular por sua natureza e função, tendo sido já dissecado pela Internet de forma correta e coerente com os fatos políticos e administrativos pertinentes, significando, com alguma variação conforme as fontes, para começo de conversa, estas belas coisas, muito exemplares, como: – Ocultar ou encobrir fatos e verdades, com astúcia e safadeza; Disfarçar qualquer coisa, embora grave, com a maior cara de pau e cinismo; Não dar a perceber, apesar de inegáveis evidências, calar; Fingir, simular tamanha inocência somente atribuída a anjos imaculados; Usar de dissimulação, proceder com fingimento, hipocrisia; Ocultar-se, evadir, esconder-se, fugir da responsabilidade; Tirar o seu da reta, comprometendo o amigo mais próximo, sem dó nem piedade (antes ele do que eu); Negar, sempre que lhe convém, sem olhar para as câmaras ou nos olhos do interlocutor; Fraudar, iludir, com métodos mais ou menos apurados; Afirmar coisa que sabe ser contrária à verdade, acreditar que os fins justificam os meios; Voar com dinheiro alheio, público ou particular, para fins pessoais ou partidários; Dizer uma coisa no passado e se contradizer no presente ou no futuro, sem o menor pudor ou senso do ridículo; Trair, desde que, diretamente, deixe de lhe interessar. A lista, entretanto, apenas parece ter terminada! Poderei continuar?! Seu estômago vai aguentar?!
Mãos na tranca da porta já para encerrar a Crônica por um Brasil e um mundo “mais humano” (ou “menos louco”, que dá na mesma), reiteramos quão chato e desagradável tem sido abordar tais coisas, a quem tanto e tão profundamente desejaria que fosse tudo diferente! Sim, porque a lista acima exposta tende a ser somente a amostra de um verbo muito obsceno a caminho dos dicionários, como já se encontra dicionarizada por Antônio Sacconi (um gramático) a palavra “petralha” (podendo, pesquisem). Isto posto, ainda que com o risco de alguma redundância (no caso, virtuosa), nós podemos listar várias ações que o verbo “Lular” concentra. Acompanhem comigo, mesmo que saber lhes possa doer, ainda assim, vejam mais estes significados: – Criar ministérios e secretarias apenas para empregar incompetentes, muitos eleitoralmente derrotados; Doar, sem serem seus, bens caríssimos, como a refinaria da Petrobrás a Bolívia, construídos à custa de impostos pagos por brasileiros; Permitir, estimular ou forçar a maior e mais vergonhosa rede de corrupção, infiltrada em órgãos públicos e privados; Enriquecer de maneira espantosa e apadrinhar com dinheiro do Estado o enriquecimento de “companheiros”; Praticar toda espécie de fisiologismo e nepotismo, elevando-os ao extremo; Aparelhar de cabo a rabo órgãos públicos e particulares com seus apaniguados, de modo a facilitar-lhes a vida e perenizar seu poder influente ou perturbador; Pagar, por meio de publicidades de estatais ou outras formas ilegais e imorais, a jornalistas antes independentes que passam a fazer militância partidária, não mais jornalismo como se deve e se espera da imprensa. Convém, afinal, ressaltar que, a par deste verbo (“Lular”), com um conteúdo incompleto pela própria dinâmica dos malfeitos em permanente ação, transitam termos de semelhante calibre, como “lulismo”, “chavismo”, “castrismo”, “bolivarianismo”, “Foro de São Paulo” – entidade criada por Lula e Fidel Castro em 1990, SP, ano seguinte à Queda do Muro de Berlim, já no seu [24o. Encontro de 2018], em Havana, campos de ação Américas do Sul e Central, para compensar a ausência da ora extinta URSS – etc., coisas que um cidadão, consciente do dever muito mais que do direito, jamais compraria por preço algum. Porém (exceção feita ao Foro de São Paulo, guardado a sete chaves da opinião pública), com a intensa doutrinação ideológica por todos os meios e modos, regulares e irregulares, elas passam a ser assimiladas como formas políticas aceitáveis, especialmente por quem já tende à esquerda. E, nestes passos errados, o Brasil, que nós e nossos pais tanto desejamos e sonhamos, hoje e no passado, como irá se realizar? Como e quando, repetimos?! Pergunta, aliás, digna da nossa permanente reflexão, enquanto contribuímos por uma resposta. Sem jamais deixar de fazê-lo para que, enfim, “uma nova aurora consiga romper a noite (pois, água mole em pedra dura), dando lugar ao Sol, cheio de luz e vida a cobrir de novo a Terra de Santa Cruz, a Ilha de Vera Cruz, o Brasil”. Porquanto, “crer é olhar, antes de se poder ver”. Assim, meus caros, quem sabe, já pressentimos algo a vislumbrar, embora distante no horizonte. Parece-lhes, à primeira vista, animador?! Logo, meu Deus, por que perdê-lo?!


PS – Quem, como testemunha ocular, concordante ou não, viu nascer e crescer (até o seu ocaso, agora) uma figura política das mais atuantes que já tivemos notícia, na Cidade e no Estado de São Paulo, como homem de partido, prefeito e governador, pode afirmar sem medo de errar que conhece como ninguém seu “modus operandi” (ou “faciendi”). A frase com que o rotularam, o “rouba, mas faz” acredito ficar melhor na ordem: “Faz (muito), mas rouba”, pois, as obras públicas eram suas únicas ocasiões, não roubava em nome de causas. Já o comunosocialismo lulopetista se especializa na equalização social, com a equiparação a níveis inferiores mais precários, indo de forma abrupta ou gradativa contra todos os que possuem (como seus) bens materiais e espirituais, sua consciência e caráter eles tomam, quebram e descartam, até conseguir um País igualitário, ou seja, todos na condição de total estado-dependência, ninguém mais sendo sujeito ou dono do seu nariz, sem a velha e ideal autonomia, ainda que minimamente, individual e familiar! Aí, a vaca já terá ido para o brejo, não adiantará chorar! Afinal, a gente pode ficar parado na zona de conforto?! Para chorarmos, depois, pelo leite derramado?! Sabiam que, na mais sã consciência, alcançado o uso da razão, a nossa vigilância sobre nós mesmos e os outros não deve jamais cessar?! Muito duro reconhecê-lo, mas é a verdade! Dispostos, enfim, a ler tudo isto sem pedras nas mãos ou as famosas luvas de pelica?! Preparados, portanto?!

MBT – Ano XIX (2018): Originário de 27/01/2013, um texto em reprise com vida nova!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

CAPITALISMO SOCIAL

Urgente a visível eficácia social, opõe-se ao parasitismo devorador!
(Por: Joseh Pereira – 01/07/2018) – Reeditado do Post de 22/12/2012

Outra vez (não a última), um dos frequentes apelos a recomendar para partilharmos o que temos de bens materiais e financeiros com os menos favorecidos da sociedade. Eu, um septuagenário na prática cristã, não precisavam me alertar. Além disto, o apelo vinha de fontes conhecidamente viciadas de “belas intenções” socialistas (na ilustração, um exemplo de parasita), a estimular a divisão de bens como um fim sem fomentar a produção como meio, com possibilidades de se suprir e, também, guardar provisões ou saldos para eventuais emergências ou para benefício indireto a terceiros, quando bens por nós produzidos podem ser encontrados e adquiridos por quem deles necessita. Achamos, sem medo de errar, que a ambição e a vaidade, demonizadas por muitos, deveriam ser ensinadas com todo empenho, combatendo, porém, toda forma de ganância, o velho sonho da ostensiva opulência. “Economia”, o nome do equilíbrio em toda uma cadeia de eventos (eco + nomia). Neste caso, o ganancioso quebra o cristal, o cristal do equilíbrio, nobre como todos os cristais. Nós consideramos como o melhor ambiente humano e social o da meritocracia, não o da caridade pela caridade, a caridade como fim. Aliás, não comete nenhum exagero o ator Gabriel Braga, ao afirmar que: – “Mesmo que sozinho, lutarei; mesmo que sozinho, pensarei e, se algo der certo, sozinho merecerei”. Sobre o distributivismo socialista inconsequente, Margaret Thatcher vai fundo: – “O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros”. E diz, com absoluta propriedade, o Prof. Clóvis de Barros Filho, como pôr para funcionar o motor da história, na frase: – “O capitalismo é a consolidação do desejo como motor da história”. Segundo o grande poeta e pensador Ferreira Gullar (recém-falecido): – “O capitalismo não é uma teoria, mas um sistema nascido da necessidade real da sociedade e dos instintos do ser humano. A força que torna o capitalismo invencível vem da sua origem natural inquestionável. Agora mesmo, neste instante, há milhões de pessoas inventando maneiras de atender um gosto ou necessidade e ganhar dinheiro. É óbvio que um governo central, socialista, com seus burocratas dirigindo um país não vai ter a capacidade de ditar rumos apropriados a milhões de pessoas, com imaginações, aptidões e desejos tão diversificados. Para dar conta de tamanha demanda potencial e real somente uma sociedade de livre mercado, que respeita o direito à propriedade e ao indivíduo como último elo social”. Como podemos ver, o Capitalismo, por natureza, será sempre Social, não acontecendo o mesmo com o seu oposto, o socialismo, em cuja raiz (“social”) da qual se deriva a palavra, já começa a inversão de valor. Pois, em país comunista (ou seja, socialista) quem manda são somente os burocratas do Estado, a voz ativa da Sociedade é igual a zero! Daí, podermos dizer, “comunistas, o mesmo que hipócritas”. Já pensou em ter um por perto, perceptível?! Qual um doce perfume de fezes ou amargo fedor de rosas, naquela “linguagem surreal de confusos sentidos”?! Existe ideologia ou doutrina com glossário mais alienante na face da terra?! Um horror!
Sabemos, desde sempre, que em um país realmente capitalista os meios de produção pertencem a particulares, como as fazendas, as indústrias, o comércio e serviços em geral executados pela iniciativa privada; quem controla o mercado é a livre concorrência e a competição; o que determina os preços são a oferta e a procura; os investimentos provenientes de capitais privados, regularmente, vão para os setores produtivos e a sociedade é formada de classes que se entendem e se complementam, cada uma com suas funções e em permanente busca natural de ascensão, a chamada mobilidade social. Diferentemente do país onde domina o Socialismo, que é muito mais um sistema político do que econômico, pelo qual o controle é exercido de cabo a rabo pela figura pública do Estado centralizado, único monopólio de poder; seus investimentos provenientes de órgãos estatais quem executa é o próprio Estado e o país se divide, na prática, em apenas duas classes, a dos burocratas do poder e a dos “camaradas” ou súditos, cuja grande parte permanece presa acusada de infidelidade ao governo, crimes de opinião ou por ter deixado de aplaudir uma figura pública do poder. Uma última grande experiência socialista foi a da URSS, que durou de 1917 até a Queda do Muro de Berlim, nos fins de 1989. O socialismo não deixa dúvida, é tentativa da volta de um estado civilizado para outro, o primitivo, tão bom e paradisíaco que se torna impraticável e tem de ser, por causa disto, imposto por regimes de força comunistas, sem qualquer pudor para assassinar oponentes por simples crimes de opinião, ou seja, por divergir. Capitalismo, nós temos de reconhecer, tem muito pouco a se corrigir e o Socialismo não passa de atraente fachada, muito enganadora! Já ao encerrar nossas breves considerações, sucintas como convêm ao um Post, vamos traçar uma rápida linha do tempo sobre o capitalismo no mundo. De 1500 a 1700, surgem os primeiros sinais do chamado Capitalismo Comercial, cujos fundamentos são a lucratividade, a mão de obra assalariada, a moeda como princípio nas trocas, tendo como resultados o fortalecimento da burguesia e uma estimulante diferenciação das classes sociais. Com a chegada da Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra, esta fortalece o sistema capitalista, quando se dá o processo continuado da fabricação em massa (em série, não artesanal), reduzindo os custos dos produtos, facilitando a geração de lucros e o crescimento de capital pelos meios de produção. Já no início do Século XX, completa-se o cenário com o surgimento do Capitalismo Financeiro, com seus novos aparatos do desenvolvimento baseados em amplo sistema bancário, grandes corporações financeiras e o comércio globalizado. Aliás, o fenômeno da globalização permite ainda a produção de bens em diferentes locais do mundo, onde os custos de produção podem ser mais vantajosos, internacionalizando os negócios. Enfim, cabe-nos indagar. Quem conhece o mundo livre de negócios honestos para se pensar e criar trocaria, livremente, por outro, em que a sociedade como a conhecemos, tão maltratada e minimizada, ela sequer existe?! Por que, para combatermos o individualismo devemos sacrificar a nossa individualidade?! Não, não pode ser. Entenderam, agora, por que somente o Capitalismo pode ser Social, o socialismo não, contendo já no próprio nome a óbvia corrupção semântica?! Viram o quanto socialistas mentem, já no desfraldar da sua bandeira?! É possível dormir com tanto barulho, enquanto inimigos da sociedade nos cercam?!


PS – Não, não dá para aguentar! Vamos, sem dó nem piedade, pôr os dedos na ferida! Pois, achamos que nos dias atuais, a cretinice se espalha, deixando de ser atributo exclusivo de cretinos clássicos, como tínhamos antigamente. Oh! Que belos tempos aqueles, concordam? No Brasil, tal realidade já se tornou uma das maiores e perigosas epidemias. Imaginem o número de pobretões, material e moralmente falando, que ainda afirmam votar no PT e nos seus porque estes “defendem os pobres”. Que gente fina formam os petistas! Defendem mesmo os pobres, mas como matéria-prima eleitoral, necessitam deles para sobreviverem com seus enganos, para estes, pobres não devem acabar nunca, mas aumentar mais e não tiram a mão do nosso bolso, por vias indiretas, até dos próprios palermas que os elegem. Quando vão entender de qual dinheiro socialistas gostam?! Como não se dar conta que a opção do socialista é pela pobreza, não como dizem, pelos pobres?! De contradição em contradição, vamos caminhar até quando?! Como suportar em silêncio uma escola do pensamento, assim, visivelmente idiota?! Um dia, antes do fim, talvez irreversível, vai cair a ficha?!

MBT – Ano XIX (2018): Originário de 22/12/2012, um texto em reprise com vida nova!

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Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

TURISMO INTERNO

Quem visita quer conhecer, quem recebe deseja e deve mostrar!
(Por: Joseh Pereira – 01/06/2018) – Reeditado do Post de 05/11/2012

Amparado, pois, no que afirma nossa epígrafe, convido-o a viajar comigo a bordo de um Post pelo interior do Blog. Tentarei, por certo, como bom anfitrião, exercer bem a minha hospitalidade. O Blog, até a primeira metade de 2012, ainda se apoiava em plataforma própria, inteiramente concebida e programada por este Editor. Talvez, por gostarmos muito de nos identificar estreitamente com aquilo que nos dá algo, mesmo sendo o bem ou retorno intangível. E deve ter sido mesmo o melhor motivo de termos ficado tanto tempo programando e editando para a Internet, tendo alcançado na ocasião uma razoável audiência, mais de mil visitas mensais. Aprendi neste período muitas manhas e técnicas relativas à programação para a Web, que serão por muito tempo úteis, mesmo após a mudança do Blog para a nova plataforma. O domínio de Internet (comum.com.br) eu adquiri em meado de 1999 e me custa uma taxa anual de renovação, senão eu o perco num piscar de olhos. Além disto, há a hospedagem do site em um Servidor Web profissional, disponível 24 horas no ar, também onerosa. Isto posto ou como vem sendo exposto, há seis anos tive a felicidade de ser agraciado com a Plataforma WordPress (https://www.wordpress.org), uma infraestrutura embrionária, que se ajusta a modelos disponíveis no mercado, chamados temas ou templates, no meu caso, o escolhido foi o da “Atahualpa”, como se pode ver no rodapé das páginas. Tanto a plataforma quanto o modelo habilitados não são fechados, ao contrário, são embriões flexíveis que permitem o uso personalizado que o Blog necessita, aliás, uma sugestão do meu filho a quem agradeço até hoje por ter-me informado. Quando a pessoa chega pelo domínio central acima, prefixo “www.”, ela vai para a Home Page, onde se encontram os últimos Posts inteiros publicados no centro da tela. Na parte de cima temos o cabeçalho, com uma imagem personalizada, frases usadas como nortes da publicação, título e sub-título do Blog, além do link da Área Comercial Exclusiva, por várias razões, ainda não ativada. Também no topo à direita, há mais alguns recursos originais que o internauta pode querer utilizar, mas que eu nunca usei. Agora, pela ordem de importância, vamos para a “Recepção”, clicando na primeira opção do Guia do Blog, à esquerda na tela. E veremos o guia completo dos títulos publicados, divididos em três seções: os Posts Publicados (razão essencial do Blog), as Páginas Publicadas (grande parte trazida da plataforma anterior) e a última terça parte do Blog, denominada Outros Documentos, toda dedicada ao Condomínio onde mora o Editor. Ver inteiramente este Guia já é suficiente para termos uma visão panorâmica e pronta sobre todo o “Meu Blog Temático” (MBT), estando aí o sumário ou índice geral da publicação. Tudo bem até aqui?! Tudo tranquilo?!
Vamos, a esta altura, passar pela Sala Íntima (melhor dizendo, mais pessoal), clicando em “Histórico” onde, além de traços biográficos do Editor e do Blog, informamos também qual a nossa proposta com esta publicação na Internet e apresentamos as boas-vindas. Logo no rodapé da página, em “Família” (Opção 1), as fotos de arquivo (mulher, filho e eu) e em “Saudades” (2), a homenagem póstuma aos pais do Editor. Abrindo o link “Outrora” (3), podemos observar a violência do terrorismo ambiental que, com a venda de um sítio herdado por nós e compulsoriamente vendido com verbas duvidosas vindas do exterior a uma ONG que atuava na região, foi logo tudo demolido e devolvidas as terras aos bichos e insetos, os únicos que esta gente reconhece como habitantes do planeta, além deles, como sempre, em suas confortáveis habitações a exercer suas teorias tortas contra a propriedade privada e seus respectivos titulares. O link “Verdade” (4) abre um texto ilustrado, forte na tinta, mas para enobrecer a verdade que devemos querer nua, se formos honestos. O texto tenta quebrar alguns tabus culturais, que fariam muito bem se não imperassem nas mentes e nos espíritos. Por último, nesta que chamei de Sala Íntima (embora tudo normal, real e natural), na sua opção final (“Obrigado”, 5), o Editor evoca versos bíblicos e textos do seu “Fragmentos” (já repaginado) para dar testemunho enfático de algo que lhe ocorreu, catalogável como milagre. As imagens de fundo – em discreta exposição do seu baixo ventre – ilustram e dão maior dimensão à gratidão manifestada da criatura ao seu Criador, numa demonstração cabal de respeito à nossa origem! Do link “Fragmentos” até “Variedades” (à sua esquerda na tela), são matérias seletas da plataforma anterior, páginas que podem receber algo novo também, aqui ou ali, mas sem uma agenda ou previsão. Em “Da Redação”, as notas serão breves e terão caráter informativo, às vezes, coisas que iriam para o Twitter, acabo postando aqui. Para navegar e ver todos os nossos Posts Publicados (artigos que desenvolvem um tema), há mais de uma forma de fazê-lo e o internauta, a gente sabe, logo pegará o jeito. Quanto à Seção 03 da “Recepção” (Guia do Blog), o recado vai para condôminos e moradores do CEAC, a seus funcionários, administradores e fornecedores em geral, os quais, eu diria, terão o dever de ofício de frequentar a Seção. São documentos, todos eles, fundamentais. Agora, para encerrar nosso “tour” interno nesta casa, vamos para o lado direito da tela, onde temos a “Lista de Links”, organizada em classes com inteligência: A – ENTRADA (para acertar hora em qualquer parte do mundo e conferir o tempo); B – FUNDAMENTAL (principais são: “Opinião Estadão”, “Diário do Poder” e “IstoÉ”); C – ALTERNATIVO (ótimos: “Percival Puggina” e “Rodrigo Constantino”); D – BUSCAS (basta um, o Google); E – SAÚDE (classe de links, validade pessoal); F – LINGUAGEM (classe de validade geral); G – RELIGIÃO (classe pessoal, com validade geral); H – UTILIDADES (pessoal, com validade geral); I – INTERNET (links de validade pessoal); J – OUTROS (pessoal, com validade geral). Pensando, afinal, na frequente validade geral dos links desta Lista, o Editor deste Blog recomenda e, desde já, agradece se o internauta entrar na área de configurações do seu Navegador e escolher o “http://www.comum.com.br” como sua página inicial. Assim, sempre que o Navegador for requisitado já abrirá este Blog, com links interessantes como ponto de partida na Internet, prontos e organizados à sua frente. Esperamos, sinceramente, que cada um faça excelente uso deste Blog, o “Meu Blog Temático”. Use-o e divulgue. Por que não?! É construtivo! Vamos, então, começar já a pôr nossas mãos (e pés, também) na massa?!


PS – Convido-o, afinal, a viajar um pouco em nossa companhia. Pois, na edição original e na presente reedição, nós escolhemos um texto metalinguístico, o Blog a falar de si mesmo, como se o Editor mostrasse sua casa ao visitante, na figura de um “tour” interno. Um blog, minha gente, exige muito do seu Autor. Principalmente, se quisermos sair do lugar-comum da maioria na Internet, em geral, meio descuidada quanto a diferencial e estilo, nós, ao contrário, queremos primar por uma cuidadosa escolha de temas ou assuntos, mantendo sempre um formato ou padrão adequado. Blog, realmente, além do prazer da “arte que fala”, dá trabalho e algum custo, também. Pensam, por acaso, que o Blog nasceu para poucas coisas?! Não, de jeito nenhum, a gente precisa confessar! Aliás, alguém já sentiu, aqui, o pulsar de um Livro sendo gestado, desde fevereiro de 2017, ganhando forma, até a chutar delicadamente o ventre materno?! É mesmo?! E quando tal Ser virá à luz, cabendo, a partir de então, ao público ler e criticar?! No máximo, 2023. É muito tempo?!

MBT – Ano XIX (2018): Originário de 05/11/2012, um texto em reprise com vida nova!

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