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"Sabe o Blog que corpos humanos, templos do Espírito!"
comum. Calcular PageRank com.br
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Intensas lidas. /
Letras recendem, /
Luzes acendem, /
Eis que desprendem /
Sombras temidas!



Doar Sangue, Um Gesto Simples e Gesto Nobre
Gotas de Vida!

Voto Distrital
Voto Distrital

"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
associando-o a Deus
e à Natureza!"

(Jhosa)

[Contra-Capa]

TURISMO INTERNO

Quem visita quer conhecer, quem recebe deseja e deve mostrar!
(Por: Joseh Pereira – 01/06/2018) – Reeditado do Post de 05/11/2012

Amparado, pois, no que afirma nossa epígrafe, convido-o a viajar comigo a bordo de um Post pelo interior do Blog. Tentarei, por certo, como bom anfitrião, exercer bem a minha hospitalidade. O Blog, até a primeira metade de 2012, ainda se apoiava em plataforma própria, inteiramente concebida e programada por este Editor. Talvez, por gostarmos muito de nos identificar estreitamente com aquilo que nos dá algo, mesmo sendo o bem ou retorno intangível. E deve ter sido mesmo o melhor motivo de termos ficado tanto tempo programando e editando para a Internet, tendo alcançado na ocasião uma razoável audiência, mais de mil visitas mensais. Aprendi neste período muitas manhas e técnicas relativas à programação para a Web, que serão por muito tempo úteis, mesmo após a mudança do Blog para a nova plataforma. O domínio de Internet (comum.com.br) eu adquiri em meado de 1999 e me custa uma taxa anual de renovação, senão eu o perco num piscar de olhos. Além disto, há a hospedagem do site em um Servidor Web profissional, disponível 24 horas no ar, também onerosa. Isto posto ou como vem sendo exposto, há seis anos tive a felicidade de ser agraciado com a Plataforma WordPress (https://www.wordpress.org), uma infraestrutura embrionária, que se ajusta a modelos disponíveis no mercado, chamados temas ou templates, no meu caso, o escolhido foi o da “Atahualpa”, como se pode ver no rodapé das páginas. Tanto a plataforma quanto o modelo habilitados não são fechados, ao contrário, são embriões flexíveis que permitem o uso personalizado que o Blog necessita, aliás, uma sugestão do meu filho a quem agradeço até hoje por ter-me informado. Quando a pessoa chega pelo domínio central acima, prefixo “www.”, ela vai para a Home Page, onde se encontram os últimos Posts inteiros publicados no centro da tela. Na parte de cima temos o cabeçalho, com uma imagem personalizada, frases usadas como nortes da publicação, título e sub-título do Blog, além do link da Área Comercial Exclusiva, por várias razões, ainda não ativada. Também no topo à direita, há mais alguns recursos originais que o internauta pode querer utilizar, mas que eu nunca usei. Agora, pela ordem de importância, vamos para a “Recepção”, clicando na primeira opção do Guia do Blog, à esquerda na tela. E veremos o guia completo dos títulos publicados, divididos em três seções: os Posts Publicados (razão essencial do Blog), as Páginas Publicadas (grande parte trazida da plataforma anterior) e a última terça parte do Blog, denominada Outros Documentos, toda dedicada ao Condomínio onde mora o Editor. Ver inteiramente este Guia já é suficiente para termos uma visão panorâmica e pronta sobre todo o “Meu Blog Temático” (MBT), estando aí o sumário ou índice geral da publicação. Tudo bem até aqui?! Tudo tranquilo?!
Vamos, a esta altura, passar pela Sala Íntima (melhor dizendo, mais pessoal), clicando em “Histórico” onde, além de traços biográficos do Editor e do Blog, informamos também qual a nossa proposta com esta publicação na Internet e apresentamos as boas-vindas. Logo no rodapé da página, em “Família” (Opção 1), as fotos de arquivo (mulher, filho e eu) e em “Saudades” (2), a homenagem póstuma aos pais do Editor. Abrindo o link “Outrora” (3), podemos observar a violência do terrorismo ambiental que, com a venda de um sítio herdado por nós e compulsoriamente vendido com verbas duvidosas vindas do exterior a uma ONG que atuava na região, foi logo tudo demolido e devolvidas as terras aos bichos e insetos, os únicos que esta gente reconhece como habitantes do planeta, além deles, como sempre, em suas confortáveis habitações a exercer suas teorias tortas contra a propriedade privada e seus respectivos titulares. O link “Verdade” (4) abre um texto ilustrado, forte na tinta, mas para enobrecer a verdade que devemos querer nua, se formos honestos. O texto tenta quebrar alguns tabus culturais, que fariam muito bem se não imperassem nas mentes e nos espíritos. Por último, nesta que chamei de Sala Íntima (embora tudo normal, real e natural), na sua opção final (“Obrigado”, 5), o Editor evoca versos bíblicos e textos do seu “Fragmentos” (já repaginado) para dar testemunho enfático de algo que lhe ocorreu, catalogável como milagre. As imagens de fundo – em discreta exposição do seu baixo ventre – ilustram e dão maior dimensão à gratidão manifestada da criatura ao seu Criador, numa demonstração cabal de respeito à nossa origem! Do link “Fragmentos” até “Variedades” (à sua esquerda na tela), são matérias seletas da plataforma anterior, páginas que podem receber algo novo também, aqui ou ali, mas sem uma agenda ou previsão. Em “Da Redação”, as notas serão breves e terão caráter informativo, às vezes, coisas que iriam para o Twitter, acabo postando aqui. Para navegar e ver todos os nossos Posts Publicados (artigos que desenvolvem um tema), há mais de uma forma de fazê-lo e o internauta, a gente sabe, logo pegará o jeito. Quanto à Seção 03 da “Recepção” (Guia do Blog), o recado vai para condôminos e moradores do CEAC, a seus funcionários, administradores e fornecedores em geral, os quais, eu diria, terão o dever de ofício de frequentar a Seção. São documentos, todos eles, fundamentais. Agora, para encerrar nosso “tour” interno nesta casa, vamos para o lado direito da tela, onde temos a “Lista de Links”, organizada em classes com inteligência: A – ENTRADA (para acertar hora em qualquer parte do mundo e conferir o tempo); B – FUNDAMENTAL (principais são: “Opinião Estadão”, “Diário do Poder” e “IstoÉ”); C – ALTERNATIVO (ótimos: “Percival Puggina” e “Rodrigo Constantino”); D – BUSCAS (basta um, o Google); E – SAÚDE (classe de links, validade pessoal); F – LINGUAGEM (classe de validade geral); G – RELIGIÃO (classe pessoal, com validade geral); H – UTILIDADES (pessoal, com validade geral); I – INTERNET (links de validade pessoal); J – OUTROS (pessoal, com validade geral). Pensando, afinal, na frequente validade geral dos links desta Lista, o Editor deste Blog recomenda e, desde já, agradece se o internauta entrar na área de configurações do seu Navegador e escolher o “http://www.comum.com.br” como sua página inicial. Assim, sempre que o Navegador for requisitado já abrirá este Blog, com links interessantes como ponto de partida na Internet, prontos e organizados à sua frente. Esperamos, sinceramente, que cada um faça excelente uso deste Blog, o “Meu Blog Temático”. Use-o e divulgue. Por que não?! É construtivo! Vamos, então, começar já a pôr nossas mãos (e pés, também) na massa?!


PS – Convido-o, afinal, a viajar um pouco em nossa companhia. Pois, na edição original e na presente reedição, nós escolhemos um texto metalinguístico, o Blog a falar de si mesmo, como se o Editor mostrasse sua casa ao visitante, na figura de um “tour” interno. Um blog, minha gente, exige muito do seu Autor. Principalmente, se quisermos sair do lugar-comum da maioria na Internet, em geral, meio descuidada quanto a diferencial e estilo, nós, ao contrário, queremos primar por uma cuidadosa escolha de temas ou assuntos, mantendo sempre um formato ou padrão adequado. Blog, realmente, além do prazer da “arte que fala”, dá trabalho e algum custo, também. Pensam, por acaso, que o Blog nasceu para poucas coisas?! Não, de jeito nenhum, a gente precisa confessar! Aliás, alguém já sentiu, aqui, o pulsar de um Livro sendo gestado, desde fevereiro de 2017, ganhando forma, até a chutar delicadamente o ventre materno?! É mesmo?! E quando tal Ser virá à luz, cabendo, a partir de então, ao público ler e criticar?! No máximo, 2023. É muito tempo?!

MBT – Ano XIX (2018): Originário de 05/11/2012, um texto em reprise com vida nova!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

EXEMPLOS ARRASTAM

Poucas vezes imaginamos o poder mais a aplicação dos exemplos!
(Por: Joseh Pereira – 01/05/2018) – Reeditado do Post de 29/09/2012

Coisas de loucos mesmo, que me perdoem os literalmente incuráveis. Também pudera, imensos e comuns os escândalos da era petista, ao se deitar e rolar como porcos na lama. Quem viveu e viu não esquece o mensalão, petrolão e tantas outras maracutaias das grossas, a violar a ordem institucional, a seriedade e sacralidade de ambientes públicos e privados, animando os outrora tímidos, eventualmente tímidos a também corromper-se. Para quem conhece o passo-a-passo do PT e dos seus asseclas, nenhuma surpresa. Primeiro, piorar; segundo, culpar os outros; terceiro, apresentar-se como tábua de salvação. É método! Logo depois, com alguma esperança, vai chegando e dizendo a que veio a Lava-Jato. Então, não se perdendo pelo nome, vem o pertinente e relevante caso, um lava rápido, ao lado da minha janela, usava um aspirador de pó muito conhecido pelo seu torturante ruído ao funcionar. Eu, lá pelas tantas, não aguentei o barulho e desci do 14º. andar para reclamar e logo vi a marca do trambolho. Era uma época desconcertante da marca e do fabricante. Falei com o infeliz que operava o equipamento, ele me apontou para falar com uma espécie de gerente, um rapazola, que comandava a entrada e saída dos veículos. Tentei um diálogo com a figura, quando, entre outras coisas, eu lhe disse que o lava rápido por certo não suportaria uma visita do fiscal trabalhista ou da saúde no trabalho, que o autuaria na hora por obrigar um funcionário a usar um equipamento de trabalho assim, ensurdecedor. O sujeito, com aquela cara de criança recém-desmamada, mas soberba com os conhecimentos avançados supostamente superiores aos meus, sem pestanejar nem exibir qualquer medo de ser feliz dentro da lama, demonstra todo o seu aprendizado em matéria de corrupção, financeira ou de valores mais nobres, como os morais e éticos da vida social, dizendo que “esses fiscais não assustam mais, eles só querem dinheiro”. Aqui, também, Lula e sua turma a fazer escola. Todo dia nos jornais e na TV, os exemplos (sobretudo os maus) podem muito. Eu, por um momento, avaliei o tamanho da desgraça em época de tantos maus exemplos, crescentes, com péssimos estímulos, deixando o local meio desalentado, enquanto refletia: – “É a ausência de princípios a dar lugar a mau comportamento que, repetido, ganha status de cultura”. Assim sendo, não dói vermos tanta gente a andar por desvios ou na contra-mão dos bons costumes?! Como salvá-la do pior?! Com novos exemplos, edificantes, mas de quanto esforço e tempo dependemos?! Há como neutralizar e reverter tal estado de coisas?!
Queremos ainda trazer à luz (a quem já esqueceu) um pouco mais a respeito do tema. Ou seja, tudo que pode ou deve servir como modelo a ser imitado, pessoa ou coisa tomadas como lição, um fato, sentença ou palavras para confirmar uma regra ou demonstrar uma verdade (como faz a rosa-dos-ventos da ilustração acima, no ensino da geografia) são chamados exemplos. Na expressão “a exemplo de” estamos dizendo “segundo um exemplo dado”. Daí vêm as várias palavras da família, como exemplar (adjetivo e verbo), exemplaridade (qualidade), exemplificação e exemplificar, quando lançamos mão de exemplos em nossa explanação. Isto posto, notamos que exemplos, bons e ruins, úteis e perigosos, existem por toda a parte e tudo o que ou como fazemos certas coisas pode ser tomado como exemplo por alguém, até de forma inadvertida, sem nenhum controle ou propósito nossos, razão pela qual devemos estar sempre atentos para que atos e atitudes praticados sejam os melhores que podemos oferecer. Assim, se alguém nos utilizar como modelo, imitando-nos ou até avançar, saindo-se melhor do que o original, a nós bastará a possibilidade de um feliz resultado para já podermos nos sentir justificados. Ainda bem que é assim, uns aprendendo com os outros, a geração atual, ajuizada, a seguir valores de gerações passadas, somando-se tais valores aos da sua própria geração, também. A ressalva a fazer, para estragar um pouco a festa, permanece nas partes não ajuizadas existentes da geração atual, por sinal, muito numerosas e, o pior, muitos nem são os chamados jovens inexperientes, são marmanjos de velhas gerações, desprovidos de juízo e de pudor, a ignorar os melhores legados dos seus próprios ancestrais. Não os ouvem nem escutam, não os vêem nem olham, ficando desta forma bem difícil o conserto. Enfim, para encerrar o texto, segue como ingrediente uma pequena anedota educativa. Resumindo-a, trata-se de uma formiga, coitada, cochilou e o trem passou sobre ela, cortando-lhe o traseiro. Um transeunte ao passar aconselhou-a a voltar pela ferrovia, achando seu traseiro, tentar enxertá-lo. Ela voltou e, ao procurar pelo seu traseiro, outro trem passou sobre seu pescoço, cortando-lhe a cabeça. Moral da História: “Não perca a cabeça por causa de um(a) traseiro (bunda)”. Você, homem, é do tipo que já perdeu a cabeça por causa de um belo traseiro?! E, agora, falando sério, ao externar uma ideia ou realizar alguma coisa, que outros tomarão conhecimento, qual o grau de atenção e cuidado é o seu, tendo em vista a possibilidade de usarem-no, por escolha ou indução, como motivador inicial de uma ação ou gota dágua, desencadeadora, ao fim de um processo?! Lembramos, sempre, do potencial pedagógico de tudo que fazemos, ainda que impossível de ser determinado?!


PS – Engraçado! Ao fim de um Post dedicado a exemplos, eu quis caprichar o bolo com uma boa cobertura feita de “soneto que falasse de exemplos”, sendo surpreendido por um “exemplo de soneto”, chamado “Barcos de Papel”, autor Guilherme de Almeida: – “Quando a chuva cessava e um vento fino / Franzia a tarde tímida e lavada, / Eu saía a brincar pela calçada, / Nos meus tempos felizes de menino. / / Fazia de papel toda uma armada / E, estendendo o meu braço pequenino, / Eu soltava os barquinhos, sem destino, / Ao longo das sarjetas, na enxurrada… // Fiquei moço. E hoje sei, pensando neles, / Que não são barcos de ouro os meus ideais: / São feitos de papel, são como aqueles, // Perfeitamente, exatamente iguais… / Que os meus barquinhos, lá se foram eles! / Foram-se embora e não voltaram mais”. Os versos são nostálgicos e um tanto quanto tristes, de alguém que mais quer do que alcança, o que não é novidade a muitos de nós. Ou, a Você tudo sobra, uma loucura total?! Afinal, a quanto tempo não lhe ocorria um encontro com a Poesia?! Viu como a todo momento se pode dar um bom exemplo?!

MBT – Ano XIX (2018): Originário de 29/09/2012, um texto em reprise com vida nova!

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Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

FRUTOS INDIGESTOS

Coisas da nossa horta, abobrinhas, pepinos e muitos abacaxis!
(Por: Joseh Pereira – 01/04/2018) – Reeditado do Post de 27/08/2012

Melhor uma verdade que dói que mil mentiras que enganam. Eu, com o único desejo de animar a quem deste sentimento se dispuser, escolhi a “figura de uma horta com seus frutos”, para abordar as abobrinhas que normalmente ocorrem, os abacaxis que temos de descascar, além do pobre pepino, muito bom em nossa mesa, mas com péssima fama de indigesto, nem sempre verdadeira. Neste trabalho de esclarecimento, exaltação e prevenção em eventuais casos similares, típicos em condomínios, tentarei ser bem objetivo sem deixar, no entanto, de usar o tempero literário da Crônica. A história, deveras enxuta, tem muitas curvas e retas, ou seja, dúvidas e certezas. Vamos, aos poucos, adentrando e vivenciando cada momento, com a calma dos prudentes. Comecemos por uma data, 1978, maio, dia quatro, quando da assembleia geral de implantação, cf. [Ata Transcrita], com a eleição do primeiro Síndico do Condomínio, onde a família do Editor do Blog se instalou e, em definitivo, nunca mais saiu. A não ser em curto interregno de 1982 a 1991, um pouco em Itapecerica da Serra, outro pouco, na Santa Cecília (SP), único período em que deixei de ser sub-síndico ou titular do Conselho, mas reelegendo-me como membro do Corpo Diretivo logo após a nossa volta ao Prédio, tendo acompanhado de perto dezenas de gestões, umas mais regulares outras mais desastradas, nos 40 anos de existência oficial e jurídica do Condomínio. Acompanhar de perto (sem funções delegadas a auxiliares do Síndico e, por este, frequentemente desautorizado), entretanto, não quer dizer influir no processo, contribuir efetivamente. Aliás, quando da minha estada no Centro, por ser procurador de onze apartamentos de uma Empresa, num dos quais morávamos, exerci por um mandato a função de Síndico, fiz alguns cursos técnicos, profissionalizei-me e me estabeleci como Administrador de Condomínios, fechando minha Firma (a Prodata CSC Ltda.) quando me aposentei. Depois, mais recentemente, fiz ainda um curso extensivo na Escola Paulista de Direito sem maiores objetivos, apenas para me reciclar e obter maior segurança em questões específicas. No Condomínio (sigla, CEAC), eu demorei demais para poder ser real e verdadeiramente um Sub-Síndico ou um Titular do Conselho, quer dizer, com espaços para atuar sem ser logo podado, isto acontecendo somente após o ano de 2006, com a eleição de um dinâmico condômino, jovem empresário e Síndico bem antenado, com quem o Condomínio conta até os dias de hoje em reiteradas eleições. E as situações indigestas, armadilhas capciosas, umas desarmadas pós-2006 e outras, ainda com riscos de insucesso, coisas mesmo espantosas, Vocês – moradores ou não em prédios de apartamentos – querem saber, ao menos por alto, detalhes extraídos de uma longa e sinuosa história, até para poderem se prevenir (seja aqui ou em outras plagas) de incertos dissabores, antes que a sua casa, como no nosso caso, possa vir a sofrer?! Quem ama cuida, quem avisa, ainda assim, inimigo lhe parece?!
Além de projetar, construir e vender, a Construtora administra as contas do Condomínio até ser possível a eleição de um Corpo Diretivo interno, com a chegada e instalação de moradores em número suficiente para realizar a implantação. Ocasião em que, para desconforto de muitos, começam os “frutos indigestos” nem sempre oportunamente percebidos a se suceder aos nossos pés e ao Edifício de 15 andares, com um heliponto no seu topo. A macro-avenida, do Instituto Butantã à divisa de Osasco, haveria de ser melhor urbanizada, mal tinha deixado de ser Estrada Velha de Itu, estreita no seu final, foi pavimentada e duplicada pela PMSP, destacando [parte do terreno] cf. Proc. 493/76 (na TECAD, sempre fora das pautas), cuja indenização, depois de descartada pelos demais síndicos, nós pesquisamos, localizamos o Processo, constituímos e instruímos Advogados que, cinco anos antes de perdermos tudo ao Tesouro Nacional por abandono da Conta Judicial, conseguimos resgatar R$ 178+6 mil à Conta-Poupança do Condomínio, um resistente abacaxi, por todos desacreditado e, por nós, muito bem descascado. Foram sucessivas décadas sofrendo sem mapas a ilustrar terrenos e construções, para maior informação e segurança dos seus administradores, apenas dados técnicos em textos da Convenção do Condomínio pouco acessados e entendidos. Uma perigosa omissão de síndicos anteriores e flagrante falha na transmissão de encargos das contas quando da implantação (cf. Ata, acima). Para agravar, a Construtora mantém até hoje, das 120 Unidades, 27 suas locadas, sendo, com sua grave falha, citada, a maior ameaçada pela desinformação dos síndicos sem documentos essenciais à segurança patrimonial, além de terem destarte mantido um poder de veto e de voto nas assembleias gerais, excepcionalmente. A seguir, outro fato dentro da curva. Uma [Viela], “válida por apenas cinco anos”, inserida quando da construção do Prédio, dentro da área comum com terreno além-viela, confinado, que síndicos anteriores teriam permitido fosse usado em “comodato informal há anos por um vizinho do ramo automotivo”, o qual, agora, pleiteia usucapião por nós contestada, logo depois de notificado para fins de desocupação imediata. Da viela, sempre integrada à Escritura Pública, com o desinteresse manifesto da Prefeitura, o Condomínio, graças a [Ofício] do Sub-Prefeito da Lapa, obteve a retirada de postes e redes de comunicação neles instaladas, fechando legalmente a passagem particular, que será utilizada oportunamente. Nós, desde 2006, tão logo quisemos intervir, realizando ações nas áreas não construídas, fomos buscar plantas aprovadas do Construtor e fizemos novos levantamentos planimétricos, revisando e confirmando números. Outra coisa, além da presença de normas convencionais defasadas, nosso Regulamento Interno se encontrava envelhecido, o qual, com a ajuda de uma boa equipe e condôminos nas assembleias, atualizamos o [Regulamento Interno], adequando-o às necessidades gerais do Condomínio, atendendo melhor a vários procedimentos comuns. Das fachadas externas, a melhor é a frontal, estando em segundo lugar a face leste do Prédio e bem ruins as demais. O Zelador da época vetava catálogos de janelas fora do padrão, o morador recorria a uma Síndica (dezoito anos no cargo), a qual, além de desautorizar o correto Zelador, atendia o requerente desorganizando nossas fachadas. Finalmente, não havia, como sabem, o equilíbrio contábil, elevadores novos, um atraente jardim, salão de festas equipado e hall social digno do nome. Eis, pois, o que nós, durante catorze anos (2006 a 2020, inícios e fins de mandatos) de uma “monitoria profissional”, pudemos encontrar no Prédio, presenciar e ainda trabalhar para mantê-lo dentro do ritmo, corrigindo-lhe quando possível, com iniciativas, obras e reformas segundo normas em vigor. Enfim, quantas inconsequências, oriundas de entes facilmente identificáveis. Teriam pensado ser mais barato remediar do que prevenir?!


PS – Sim, sem dúvida. Um texto, do começo ao fim, firme e verdadeiro, realístico e necessário. No Condomínio, como na vida pessoal ou dos negócios, podemos desejar voltar o filme para refazer sua história, deixando-a ao nosso gosto e necessidades. Haveria, nele, muitos cortes e edições, “fazendo-nos felizes para sempre”, entretanto, na vida real não há passes de mágica. Quando muito, passados tortos podem contribuir por um presente e futuro mais retos ou menos tortos, sendo dignos de aplauso os novos agentes pela leitura dos fatos e a vontade de melhorar. O autor do texto, neste mister de escrever, prefere a forma leve, sucinta e não nominativa, ao abordar uma situação do seu entorno, sendo o caso um autêntico alerta para evitarmos maus passos antes das suas consequências, a qualquer tempo e lugar, sobretudo, em condomínios. Pensando bem… Dos que decidem, quem ganha mais?!

MBT – Ano XIX (2018): Originário de 27/08/2012, um texto em reprise com vida nova!

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