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Intensas lidas. /
Letras recendem, /
Luzes acendem, /
Eis que desprendem /
Sombras temidas!



Doar Sangue, Um Gesto Simples e Gesto Nobre
Gotas de Vida!

Voto Distrital
Voto Distrital

"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
associando-o a Deus
e à Natureza!"

(Jhosa)

[Contra-Capa]

ÓBVIO CLAMOROSO

Remedia-se a cegueira sintomática, não a voluntária, deliberada!
(Por: Joseh Pereira – 01/09/2018) – Reeditado do Post de 12/02/2013

No nosso cotidiano, lidamos muito com dois extremos, a evidência e a obscuridade, ficando no meio as áreas cinzas das suas fronteiras. Nós podemos imaginar uma escala com muitas posições que vão do totalmente invisível, passam pelo nível médio de visibilidade e param no extremamente visível à leitura e interpretação pelo nosso intelecto. Um processo por inteiro em que vamos do oculto ou incompreensível ao normalmente evidente e chegamos ao clamorosamente óbvio ou “óbvio ululante”, como dizia o saudoso Nelson Rodrigues, o mesmo que afirmara ser burra toda unanimidade, quem sabe, alertando desta forma sobre o risco de qualquer poder hegemônico, seja onde e como isto se manifeste. E, por falar nestas coisas, mesmo quando o óbvio clama como quem em situação desesperadora pede um socorro, muitos ainda passam inertes, indo embora. É trágico observar tanta gente a dar abrigo a mensagens de inimigos seus, não obstante haja outros tantos tentando alertá-la sobre os riscos que corre, além de significativas ameaças que sua atitude representa a terceiros, também a bordo do mesmo barco. A verdade está na cara; a verdade é tão palpável que clama aos céus; tudo é claramente evidente e incontestável, um autêntico caso de “obvio ululante”! Ululante, aliás, é um adjetivo a qualificar algo ou alguém que ulula, ou seja, que uiva, grita, berra e emite sons de lamento para chamar à atenção. Neste caso, a palavra ululante também pode expressar o sentido de algo que é óbvio, de clara observação, ou seja, que está na cara, mesmo assim, muitos não enxergam. “Óbvio”, como sabemos, é aquilo que é evidente e claro, que se pode ver a olho nu; “ululante” é algo que grita, berra ou uiva, enfim, algo à altura para ser ouvido. Assim, podemos concluir que o “óbvio ululante”, em outras palavras, quer dizer “evidência gritante”. Óbvio é algo evidente. Se é ululante, é mais evidente ainda, uivante. Ou nós respondemos ao apelo ou continuaremos incomodados! Qual vai ser nossa escolha?! Não devia ninguém, diante de tudo isso, ficar indiferente, mas ficam. Como, entre nós, alguém manter-se frio, inerte, indiferente ouvindo gritos?!
Nós, neste breve trabalho sobre Obviedade, queremos abordar mais alguns aspectos igualmente relevantes. Estamos, aqui, falando de fatos que chamam à atenção o suficiente para serem percebidos, entendidos e assimilados que, mesmo assim, com frequência, não são sequer anotados para posterior aproveitamento. Será porque não podem alcançar, faltam-lhes as condições ideais para tanto ou deliberadamente não querem aproximar-se, recusam-se ao próprio contato para não correrem eventuais riscos de começarem a apreciar, podendo se comprometer ou abraçar a questão? Aí vem-nos o xis do problema que, ao decodificá-lo, percebemos ser menos frequente a primeira causa do impedimento da pronta leitura dos fatos, tão perfeitamente expostos para serem vistos com nitidez pelo seu observador. E isto tudo, em relação à variada cegueira, muitas vezes, acontece por razões que a minha razão, talvez, desconheça. Assim sendo, avanço ao adágio popular, segundo o qual, “o pior cego é aquele que não quer ver”, achando ainda melhor recorrer a Psicologia, no trato específico da [Cegueira Voluntária], extraindo trechos de importante pesquisadora do ramo. – “Por que ignoramos o óbvio mesmo que estejamos em risco?”, indaga a autora, uma pergunta bastante insistente no Blog. E a autora afirma que, embora tudo possa ser diretamente visível, não o será pelos olhos com que a princípio nós vemos. Um véu escuro como um filtro ideológico lhe é imposto à frente, alterando, obscurecendo ou perturbando a leitura que viria a ocorrer. O ato da leitura, assim, deixa de ser natural e isento. E continua, a especialista. Quanto mais nos concentramos em alguma coisa ou no seu detalhe, mais deixaremos passar outra coisa ou o resto em nosso entorno. Prestar atenção é discriminar intencionalmente e sem remorsos uma parte do nosso todo e, se este todo pode sofrer com nossa ausência, ainda que esporádica, nós podemos preferir não prestar atenção na novidade apresentada. Há uma grande quantidade de “álibis amigáveis” que fabricamos para mantermos a própria inércia em relação a algo, até ocorrer uma ameaça muito óbvia, quem sabe, que nos leva a exclamar, depois: – Como pude ser tão cego?! Mas, aí, será tarde demais. A autora, numa análise mais geral, pondera desta forma: – “Não podemos perceber e saber tudo, pois, os limites cognitivos de nosso cérebro simplesmente não vão permitir que isso aconteça”. Para tanto, recomenda “filtrar ou editar aquilo que recebemos ou aquilo que escolhemos deixar passar” pela nossa peneirinha particular. A propósito, como vai a sua “peneirinha”, hein, afinada como um violino?!


PS – Vejam só! Quantas vezes ouvimos dizer que “contra fatos, verdadeiros como 2 + 2 são 4, não deveria haver argumentos”, mas existem, inventam-se! Uns, mais indiferentes, recusam-se a enxergar o óbvio e outros, mais ousados ou irresponsáveis, não apenas desprezam-no com veemência como afirmam ser o oposto, safando-se logo de um eventual intruso, inútil ou mesmo inconveniente. Caras chatos esses, convenhamos. Muitas vezes, aliás, tais tipos alcançam o cobre e a prata, todavia, desperdiçam o ouro contido na mensagem. Bem feito! Restrições, objeções e reservas preventivas serão sempre bem-vindas, mas somente como partes integrantes do processo seletivo honesto e natural do leitor. Nós, obviamente, não queremos nunca leitores indiferentes nem tampouco imprudentes! Por último, perguntamos. Ocorre-lhe de ter deixado escapar muita coisa que não deveria acontecer?! Já pensou, neste caso, em melhorar sua acuidade durante a leitura?! Que tal, tentar?! Quais atitudes pensa adotar?!

MBT – Ano XIX (2018): Hoje, originário de 12/02/2013, mais um texto em reprise com vida nova!

01/10/2018, a Crônica: CORPOS HUMANOS – Corpos, templos do Criador, no altar da Terra!

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Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

VERBO IRREGULAR

Lular vai muito além de Malufar, que visava apenas ao dinheiro!
(Por: Joseh Pereira – 01/08/2018) – Reeditado do Post de 27/01/2013

Melhor um modo místico – em que se distancia do circunstancial para se aprofundar de modo imperturbável na estrutura do signo – que criarmos uma outra coisa, o mítico, acima do senso comum, a despertar paixões que apenas esquentam e não iluminam. Aí, entre o fanatismo e fatalismo, típicos das piores seitas ou um paganismo qualquer, nasce coisa mais grave que o velho fenômeno do malufismo, já em nossos retrovisores e posto no chinelo logo depois do ano fatídico de 2003, com o trágico advento do mestre supremo do corruptismo, nacional e internacional. Falamos da Era Lula (agonizante, mas viva) de tristes registros e não menos lamentável memória. E eis que, durante incômoda Era, surge da fértil imaginação popular rumo aos dicionários nova palavra, herança verbal de Lula da Silva (“Lular”), que organiza de forma linear os significados do referido verbo, um feliz neologismo de um tempo deveras infeliz do nosso Brasil. Alertamos, no entanto, que “lular” é verbo irregular pelas ações que concentra, ética e moralmente impróprias, não do ponto de vista gramatical, segundo as regras aplicadas da Conjugação Verbal. Se o leitor for como eu e ainda tiver em sua biblioteca pessoal um Breviário de Verbos, logo notará que o verbo em pauta pertence à primeira conjugação (termina em “ar”) e é regular, como “cantar”, “correr”, “partir”, ou seja, ao conjugá-lo, bastam radical e desinência verbais atenderem ao paradigma da primeira, segunda e terceira conjugações. Aqui, como em outras áreas, analogicamente, quem complica são sempre os irregulares, inclusive, os anômalos, como os verbos “ser” ou “ir”. Não tendo, enfim, encontrado um “macete” para simplificar as regras, optei por um [Conjugador Verbal], amplo e detalhado, a quem desejar se esclarecer melhor em matéria de verbos em geral. Mas, como dizíamos, o verbo “lular” é totalmente irregular por sua natureza e função, tendo sido já dissecado pela Internet de forma correta e coerente com os fatos políticos e administrativos pertinentes, significando, com alguma variação conforme as fontes, para começo de conversa, estas belas coisas, muito exemplares, como: – Ocultar ou encobrir fatos e verdades, com astúcia e safadeza; Disfarçar qualquer coisa, embora grave, com a maior cara de pau e cinismo; Não dar a perceber, apesar de inegáveis evidências, calar; Fingir, simular tamanha inocência somente atribuída a anjos imaculados; Usar de dissimulação, proceder com fingimento, hipocrisia; Ocultar-se, evadir, esconder-se, fugir da responsabilidade; Tirar o seu da reta, comprometendo o amigo mais próximo, sem dó nem piedade (antes ele do que eu); Negar, sempre que lhe convém, sem olhar para as câmaras ou nos olhos do interlocutor; Fraudar, iludir, com métodos mais ou menos apurados; Afirmar coisa que sabe ser contrária à verdade, acreditar que os fins justificam os meios; Voar com dinheiro alheio, público ou particular, para fins pessoais ou partidários; Dizer uma coisa no passado e se contradizer no presente ou no futuro, sem o menor pudor ou senso do ridículo; Trair, desde que, diretamente, deixe de lhe interessar. A lista, entretanto, apenas parece ter terminada! Poderei continuar?! Seu estômago vai aguentar?!
Mãos na tranca da porta já para encerrar a Crônica por um Brasil e um mundo “mais humano” (ou “menos louco”, que dá na mesma), reiteramos quão chato e desagradável tem sido abordar tais coisas, a quem tanto e tão profundamente desejaria que fosse tudo diferente! Sim, porque a lista acima exposta tende a ser somente a amostra de um verbo muito obsceno a caminho dos dicionários, como já se encontra dicionarizada por Antônio Sacconi (um gramático) a palavra “petralha” (podendo, pesquisem). Isto posto, ainda que com o risco de alguma redundância (no caso, virtuosa), nós podemos listar várias ações que o verbo “Lular” concentra. Acompanhem comigo, mesmo que saber lhes possa doer, ainda assim, vejam mais estes significados: – Criar ministérios e secretarias apenas para empregar incompetentes, muitos eleitoralmente derrotados; Doar, sem serem seus, bens caríssimos, como a refinaria da Petrobrás a Bolívia, construídos à custa de impostos pagos por brasileiros; Permitir, estimular ou forçar a maior e mais vergonhosa rede de corrupção, infiltrada em órgãos públicos e privados; Enriquecer de maneira espantosa e apadrinhar com dinheiro do Estado o enriquecimento de “companheiros”; Praticar toda espécie de fisiologismo e nepotismo, elevando-os ao extremo; Aparelhar de cabo a rabo órgãos públicos e particulares com seus apaniguados, de modo a facilitar-lhes a vida e perenizar seu poder influente ou perturbador; Pagar, por meio de publicidades de estatais ou outras formas ilegais e imorais, a jornalistas antes independentes que passam a fazer militância partidária, não mais jornalismo como se deve e se espera da imprensa. Convém, afinal, ressaltar que, a par deste verbo (“Lular”), com um conteúdo incompleto pela própria dinâmica dos malfeitos em permanente ação, transitam termos de semelhante calibre, como “lulismo”, “chavismo”, “castrismo”, “bolivarianismo”, “Foro de São Paulo” – entidade criada por Lula e Fidel Castro em 1990, SP, ano seguinte à Queda do Muro de Berlim, já no seu [24o. Encontro de 2018], em Havana, campos de ação Américas do Sul e Central, para compensar a ausência da ora extinta URSS – etc., coisas que um cidadão, consciente do dever muito mais que do direito, jamais compraria por preço algum. Porém (exceção feita ao Foro de São Paulo, guardado a sete chaves da opinião pública), com a intensa doutrinação ideológica por todos os meios e modos, regulares e irregulares, elas passam a ser assimiladas como formas políticas aceitáveis, especialmente por quem já tende à esquerda. E, nestes passos errados, o Brasil, que nós e nossos pais tanto desejamos e sonhamos, hoje e no passado, como irá se realizar? Como e quando, repetimos?! Pergunta, aliás, digna da nossa permanente reflexão, enquanto contribuímos por uma resposta. Sem jamais deixar de fazê-lo para que, enfim, “uma nova aurora consiga romper a noite (pois, água mole em pedra dura), dando lugar ao Sol, cheio de luz e vida a cobrir de novo a Terra de Santa Cruz, a Ilha de Vera Cruz, o Brasil”. Porquanto, “crer é olhar, antes de se poder ver”. Assim, meus caros, quem sabe, já pressentimos algo a vislumbrar, embora distante no horizonte. Parece-lhes, à primeira vista, animador?! Logo, meu Deus, por que perdê-lo?!


PS – Quem, como testemunha ocular, concordante ou não, viu nascer e crescer (até o seu ocaso, agora) uma figura política das mais atuantes que já tivemos notícia, na Cidade e no Estado de São Paulo, como homem de partido, prefeito e governador, pode afirmar sem medo de errar que conhece como ninguém seu “modus operandi” (ou “faciendi”). A frase com que o rotularam, o “rouba, mas faz” acredito ficar melhor na ordem: “Faz (muito), mas rouba”, pois, as obras públicas eram suas únicas ocasiões, não roubava em nome de causas. Já o comunosocialismo lulopetista se especializa na equalização social, com a equiparação a níveis inferiores mais precários, indo de forma abrupta ou gradativa contra todos os que possuem (como seus) bens materiais e espirituais, sua consciência e caráter eles tomam, quebram e descartam, até conseguir um País igualitário, ou seja, todos na condição de total estado-dependência, ninguém mais sendo sujeito ou dono do seu nariz, sem a velha e ideal autonomia, ainda que minimamente, individual e familiar! Aí, a vaca já terá ido para o brejo, não adiantará chorar! Afinal, a gente pode ficar parado na zona de conforto?! Para chorarmos, depois, pelo leite derramado?! Sabiam que, na mais sã consciência, alcançado o uso da razão, a nossa vigilância sobre nós mesmos e os outros não deve jamais cessar?! Muito duro reconhecê-lo, mas é a verdade! Dispostos, enfim, a ler tudo isto sem pedras nas mãos ou as famosas luvas de pelica?! Preparados, portanto?!

MBT – Ano XIX (2018): Originário de 27/01/2013, um texto em reprise com vida nova!

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CAPITALISMO SOCIAL

Urgente a visível eficácia social, opõe-se ao parasitismo devorador!
(Por: Joseh Pereira – 01/07/2018) – Reeditado do Post de 22/12/2012

Outra vez (não a última), um dos frequentes apelos a recomendar para partilharmos o que temos de bens materiais e financeiros com os menos favorecidos da sociedade. Eu, um septuagenário na prática cristã, não precisavam me alertar. Além disto, o apelo vinha de fontes conhecidamente viciadas de “belas intenções” socialistas (na ilustração, um exemplo de parasita), a estimular a divisão de bens como um fim sem fomentar a produção como meio, com possibilidades de se suprir e, também, guardar provisões ou saldos para eventuais emergências ou para benefício indireto a terceiros, quando bens por nós produzidos podem ser encontrados e adquiridos por quem deles necessita. Achamos, sem medo de errar, que a ambição e a vaidade, demonizadas por muitos, deveriam ser ensinadas com todo empenho, combatendo, porém, toda forma de ganância, o velho sonho da ostensiva opulência. “Economia”, o nome do equilíbrio em toda uma cadeia de eventos (eco + nomia). Neste caso, o ganancioso quebra o cristal, o cristal do equilíbrio, nobre como todos os cristais. Nós consideramos como o melhor ambiente humano e social o da meritocracia, não o da caridade pela caridade, a caridade como fim. Aliás, não comete nenhum exagero o ator Gabriel Braga, ao afirmar que: – “Mesmo que sozinho, lutarei; mesmo que sozinho, pensarei e, se algo der certo, sozinho merecerei”. Sobre o distributivismo socialista inconsequente, Margaret Thatcher vai fundo: – “O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros”. E diz, com absoluta propriedade, o Prof. Clóvis de Barros Filho, como pôr para funcionar o motor da história, na frase: – “O capitalismo é a consolidação do desejo como motor da história”. Segundo o grande poeta e pensador Ferreira Gullar (recém-falecido): – “O capitalismo não é uma teoria, mas um sistema nascido da necessidade real da sociedade e dos instintos do ser humano. A força que torna o capitalismo invencível vem da sua origem natural inquestionável. Agora mesmo, neste instante, há milhões de pessoas inventando maneiras de atender um gosto ou necessidade e ganhar dinheiro. É óbvio que um governo central, socialista, com seus burocratas dirigindo um país não vai ter a capacidade de ditar rumos apropriados a milhões de pessoas, com imaginações, aptidões e desejos tão diversificados. Para dar conta de tamanha demanda potencial e real somente uma sociedade de livre mercado, que respeita o direito à propriedade e ao indivíduo como último elo social”. Como podemos ver, o Capitalismo, por natureza, será sempre Social, não acontecendo o mesmo com o seu oposto, o socialismo, em cuja raiz (“social”) da qual se deriva a palavra, já começa a inversão de valor. Pois, em país comunista (ou seja, socialista) quem manda são somente os burocratas do Estado, a voz ativa da Sociedade é igual a zero! Daí, podermos dizer, “comunistas, o mesmo que hipócritas”. Já pensou em ter um por perto, perceptível?! Qual um doce perfume de fezes ou amargo fedor de rosas, naquela “linguagem surreal de confusos sentidos”?! Existe ideologia ou doutrina com glossário mais alienante na face da terra?! Um horror!
Sabemos, desde sempre, que em um país realmente capitalista os meios de produção pertencem a particulares, como as fazendas, as indústrias, o comércio e serviços em geral executados pela iniciativa privada; quem controla o mercado é a livre concorrência e a competição; o que determina os preços são a oferta e a procura; os investimentos provenientes de capitais privados, regularmente, vão para os setores produtivos e a sociedade é formada de classes que se entendem e se complementam, cada uma com suas funções e em permanente busca natural de ascensão, a chamada mobilidade social. Diferentemente do país onde domina o Socialismo, que é muito mais um sistema político do que econômico, pelo qual o controle é exercido de cabo a rabo pela figura pública do Estado centralizado, único monopólio de poder; seus investimentos provenientes de órgãos estatais quem executa é o próprio Estado e o país se divide, na prática, em apenas duas classes, a dos burocratas do poder e a dos “camaradas” ou súditos, cuja grande parte permanece presa acusada de infidelidade ao governo, crimes de opinião ou por ter deixado de aplaudir uma figura pública do poder. Uma última grande experiência socialista foi a da URSS, que durou de 1917 até a Queda do Muro de Berlim, nos fins de 1989. O socialismo não deixa dúvida, é tentativa da volta de um estado civilizado para outro, o primitivo, tão bom e paradisíaco que se torna impraticável e tem de ser, por causa disto, imposto por regimes de força comunistas, sem qualquer pudor para assassinar oponentes por simples crimes de opinião, ou seja, por divergir. Capitalismo, nós temos de reconhecer, tem muito pouco a se corrigir e o Socialismo não passa de atraente fachada, muito enganadora! Já ao encerrar nossas breves considerações, sucintas como convêm ao um Post, vamos traçar uma rápida linha do tempo sobre o capitalismo no mundo. De 1500 a 1700, surgem os primeiros sinais do chamado Capitalismo Comercial, cujos fundamentos são a lucratividade, a mão de obra assalariada, a moeda como princípio nas trocas, tendo como resultados o fortalecimento da burguesia e uma estimulante diferenciação das classes sociais. Com a chegada da Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra, esta fortalece o sistema capitalista, quando se dá o processo continuado da fabricação em massa (em série, não artesanal), reduzindo os custos dos produtos, facilitando a geração de lucros e o crescimento de capital pelos meios de produção. Já no início do Século XX, completa-se o cenário com o surgimento do Capitalismo Financeiro, com seus novos aparatos do desenvolvimento baseados em amplo sistema bancário, grandes corporações financeiras e o comércio globalizado. Aliás, o fenômeno da globalização permite ainda a produção de bens em diferentes locais do mundo, onde os custos de produção podem ser mais vantajosos, internacionalizando os negócios. Enfim, cabe-nos indagar. Quem conhece o mundo livre de negócios honestos para se pensar e criar trocaria, livremente, por outro, em que a sociedade como a conhecemos, tão maltratada e minimizada, ela sequer existe?! Por que, para combatermos o individualismo devemos sacrificar a nossa individualidade?! Não, não pode ser. Entenderam, agora, por que somente o Capitalismo pode ser Social, o socialismo não, contendo já no próprio nome a óbvia corrupção semântica?! Viram o quanto socialistas mentem, já no desfraldar da sua bandeira?! É possível dormir com tanto barulho, enquanto inimigos da sociedade nos cercam?!


PS – Não, não dá para aguentar! Vamos, sem dó nem piedade, pôr os dedos na ferida! Pois, achamos que nos dias atuais, a cretinice se espalha, deixando de ser atributo exclusivo de cretinos clássicos, como tínhamos antigamente. Oh! Que belos tempos aqueles, concordam? No Brasil, tal realidade já se tornou uma das maiores e perigosas epidemias. Imaginem o número de pobretões, material e moralmente falando, que ainda afirmam votar no PT e nos seus porque estes “defendem os pobres”. Que gente fina formam os petistas! Defendem mesmo os pobres, mas como matéria-prima eleitoral, necessitam deles para sobreviverem com seus enganos, para estes, pobres não devem acabar nunca, mas aumentar mais e não tiram a mão do nosso bolso, por vias indiretas, até dos próprios palermas que os elegem. Quando vão entender de qual dinheiro socialistas gostam?! Como não se dar conta que a opção do socialista é pela pobreza, não como dizem, pelos pobres?! De contradição em contradição, vamos caminhar até quando?! Como suportar em silêncio uma escola do pensamento, assim, visivelmente idiota?! Um dia, antes do fim, talvez irreversível, vai cair a ficha?!

MBT – Ano XIX (2018): Originário de 22/12/2012, um texto em reprise com vida nova!

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