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"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
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(Jhosa)

[Contra-Capa]

LÍNGUA PORTUGUESA

Chuva “para” São Paulo: cidade já arruinada ou alegre anúncio?
(Por: Joseh Pereira – 01/02/2019) – Reeditado

Sei que podem me julgar um hipócrita aqueles que me conhecem como incansável defensor do maior instrumento cultural de uma Nação, o Idioma Vernáculo, porém, estarei não mais que a realçar minha posição de sempre quando aponto alguns abusos ou aberrações praticados pela última Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa já em vigor, cujos pretextos acadêmicos não justificam as várias mudanças nas quais o bom senso e a lógica não foram respeitados. A bronca procedente do Editor do Blog é legitima, em relação a dois pontos da Reforma Ortográfica, mais especificamente, quanto às novas regras do hífen e à supressão em vários casos do acento diferencial. Quanto ao hífen, entre um prefixo e o substantivo, encontrei nas minhas pesquisas uma orientação bem sucinta, em que se deve observar as letras, última antes do hífen e primeira, depois: Se iguais, separam-se (“micro-ondas”, “supra-auricular”), quando diferentes, atraem-se (“autoescola”, “semicírculo”). Neste caso, o gramático faz uso de um princípio similar ao da eletricidade em que os contrários (positivo e negativo) se atraem, sendo, aliás, a razão da descarga elétrica, como na sua forma violenta os raios numa tempestade, a juntar e equilibrar energias. Uma simplificação de regra que, nós observamos, não passou sob o crivo doentio do “politicamente correto”, grupo que, com sua mania de “ver chifres na cabeça de cavalo”, teria considerado homofóbica por ser antipática à homossexualidade a didática de um competente professor. Continuando no uso do hífen, nós discordamos, não adotando: “subemprego”, “subchefe”, “subprefeito” porque se o prefixo for “vice”, sempre se aplicará o hífen (“vice-presidente”, “vice-governador”). Hífen de novo se “r” depois de “sub” e, sempre, com os prefixos “circum” e “pan”, além de termos de apagar um hífen e pôr “r” ou “s” em casos como: “contrarregra”, “contrassenso”, antissocial”. A reforma toda um contra-senso, portanto, em minha gramática, no hífen não se mexe! Outra restrição nossa diz respeito ao Acento Diferencial, cuja nova regra se contradiz, obrigando-nos ao acento diferencial em “pôr” (verbo) para distinguir da preposição “por”, perfeito paradigma logo negado no caso de “para” (preposição) e “pára” (verbo), em que suprimem o acento gráfico, deixando confuso o texto, como o acima exposto no sub-título, extraído de uma manchete. Das supressões do Acento Diferencial, de todos os casos, este o mais grave, considerada a existência da justificativa anterior, perfeitamente abrangente ao caso posterior, no entanto, não o contempla. Uma outra medida da Reforma que terei prazer em desconhecer! É de dar engulho a implacável perda de acentos (clareza, objetividade) da Nova Reforma em tantos vocábulos, como: 904 paroxítonos com ditongos “oi” e “ei” (“boia”, “ideia”); 358 com trema (“frequente”); 32 com “u” e “i” tônicos após ditongo (“feiura”); 22 com acento diferencial (“para”, verbo) e 18 com o hiato “oo” (“voo”, “enjoo”), tudo por nada, além de dúvidas! Incrível, até sobre o Acento Diferencial em “dúvida” (substantivo) vs. “duvida” (verbo), existem consultas. É infinita a confusão implantada?! Com que benefício ou vantagem no saldo positivo?!
Assim demonstrado, de modo inequívoco, podemos classificar a atual Reforma Ortográfica como deveras infeliz, desnecessária e prejudicial a lusófonos como nós, zelosos defensores do maior patrimônio cultural brasileiro. Todavia, para não dizerem que não falamos de flores, vejam como fala Olavo Bilac, com todo o esplendor e autoridade, mais explícito impossível, da “Última flor do Lácio, inculta e bela”, a [Língua Portuguesa], em clássico soneto por nós, modestamente, comentado. Após a leitura de Bilac, outras flores, verdadeiras pérolas lavradas com base no Vernáculo, sintam o aroma, suguem, mastiguem: – “Tem gente que soma quando some, sai para fazer falta, mas faz um favor” (Anônimo); “Procura, erecto, olhar para a luz ou verás as sombras, não a luz” (cf. provérbio chinês); “Com as lágrimas do tempo / E a cal do meu dia / Eu fiz o cimento / Da minha poesia” (Vinícius de Morais). Ainda, de igual teor, seguem de pequena coletânea nossa, dois Sonetos, um lusitano e outro, brasileiro. Primeiro, Luís de Camões, MUDANÇA (título nosso): – “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, / Muda-se o ser, muda-se a confiança; / Todo o mundo é composto de mudança, / Tomando sempre novas qualidades. // Continuamente vemos novidades, / Diferentes em tudo da esperança; / Do mal ficam as mágoas na lembrança / E do bem, se algum houve, as saudades. // O tempo cobre o chão de verde manto, / Que já coberto foi de neve fria / E em mim converte em choro o doce canto. // E, afora este mudar-se cada dia, / Outra mudança faz de mor (=maior) espanto: / Que não se muda já como soía (=costumava). Depois, Vinícius de Morais, SONETO DA FIDELIDADE: – “De tudo, ao meu amor serei atento / Antes e com tal zelo e sempre e tanto / Que mesmo em face do maior encanto / Dele se encante mais meu pensamento. // Quero vivê-lo em cada vão momento / E em louvor hei de espalhar meu canto / E rir meu riso e derramar meu pranto / Ao seu pesar ou seu contentamento. // E assim, quando mais tarde me procure / Quem sabe a morte, angústia de quem vive / Quem sabe a solidão, fim de quem ama // Eu possa me dizer do amor (que tive): / Que não seja imortal, posto que é chama / Mas que seja infinito enquanto dure”. Eis, aí, uma pequena amostra do imenso poder da Língua Portuguesa. Mas, voltando aos espinhos da roseira, lamentamos a exiguidade de espaço no Blog, em que gostaríamos de enumerar escritores, professores e catedráticos de Linguística, muitos deles em coro conosco nas queixas e críticas contra a atual Reforma Ortográfica, infelizmente, desde janeiro de 2016 em pleno vigor, apesar dos evidentes custos financeiros e prejuízos pedagógicos. Nove os países (entre eles, Brasil e Portugal) de quatro continentes adotam a Língua Portuguesa como idioma oficial. Que vontade de mantermos nossos velhos mestres, cujos livros ainda estão guardados, na cabeça e nos corações. Por falar neles, tenham sempre na sua conta a lição do mestre e filólogo, Napoleão Mendes de Almeida: – “Conhecer a Língua Portuguesa não é privilégio de gramáticos, senão de todo brasileiro que preza sua nacionalidade, é erro de consequências imprevisíveis acreditar que só os escritores profissionais têm a obrigação de saber escrever, saber escrever a própria Língua faz parte dos deveres cívicos”. Oh! Quanta saudade também do Prof. Eduardo Carlos Pereira, com sua Gramática Expositiva, a elementar e a superior de Língua Portuguesa, igualmente saudoso o nome de Antônio Bandeira Trajano, matemático por excelência, a quem muito devem a nossa infância e adolescência. Linguística e Matemática, não parece, mas andam juntas, confundem-se. Enfim, apesar do violento vendaval dos insensatos, tratado frequentemente no Blog, pelos esforços dos seus filhos, todos nós, não haverá de faltar solo fértil, onde possa crescer cheia de encanto nossa Língua Materna, no dizer de Olavo Bilac, a “Última flor do Lácio”. E que flor! Já pensou em ser seu jardineiro?! Um convicto protetor?!


PS – Um texto de fato primoroso e impecável, caso atentem para a sua essência, sem desperdiçar forma e conteúdo. Estamos diante de importante Crônica meta-linguística, quer dizer, a defesa da Língua Portuguesa, utilizando seus próprios recursos. Entretanto, logo nos perguntamos. Quantas vezes haveremos de bater na mesma tecla, pela defesa de textos em Vernáculo com maior unidade e padrão, sem muitos desvios, sobretudo, na forma escrita em que um pouco mais de atenção se recomenda, seja qual for o meio virtual ou físico da nossa comunicação. Em nosso caso específico, diante de tais exigências ortográficas que, na realidade, de “orto” mesmo muito pouco possuem, nós proclamamos alto e bom som que não faremos esforço algum para cumprir ao menos dois aspectos da Reforma, no que se refere ao Hífen e ao Acento Diferencial. Aliás, quanto ao segundo item, caso excluíssemos o Acento Gráfico da frase sábia e bem humorada do cantor jamaicano, ao dizer: “A vida é para quem topa qualquer parada, não para quem pára em qualquer topada” (Robert N. Marley), quanto tempo gastaríamos para distinguir verbo de preposição?! Trata-se, perante a tanta “frescura explícita”, de uma Reforma Ortográfica para ser acatada ou contestada?! Ou, brincando para nos aliviar, acata-a contestando ou, ainda, contesta-a acatando?! Qual grupo o seu?!

MBT – Ano XX (2019): Originário de 01/06/2013, um texto em reprise com vida nova!

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VÍTIMA O BANDIDO?!

Uma linha de interpretação vitimista-ideológica opera a inversão.
(Por: Joseh Pereira – 01/01/2019) – Reeditado

Nós, ao receber um novo tempo, o “Ano da Graça de 2019″, com um novo governo e fundadas esperanças, confiantes, mas cientes das dificuldades a superar, saímos já ao batente, na lida ou labuta que escolhemos. Após breves palavras na abertura de calendário, iniciando o Post, prevenimos não se tratar de página policial ou boletim da imprensa marrom, como a princípio pode parecer. Ao contrário, o nosso foco é outro bastante diferente. Nós, hoje, a exemplo de outros bons assuntos, queremos abordar, além da prática, a noção exata da verdadeira Cidadania, como se aprendia na disciplina de Organização Política e Social ou em Educação Moral e Cívica dos bons ou ótimos tempos que já vivemos no Brasil, no que tange aos costumes, bem como nos relacionamentos humanos e sociais, os quais quem sabe poderão ser revividos a partir de agora, com os ventos soprando a favor. Cidadania era e nunca deixou de ser (pois, a ninguém foi dado o poder de mudá-la), se não uma função ou título a cada nascido, ao menos uma atribuição que lhe confere dignidade, sobretudo e principalmente com o reconhecimento oficial de uma Certidão de Nascimento, pelo qual, além de um nome com que se identifica e uma filiação, o indivíduo ao mesmo tempo se torna credor e devedor, ainda que por seus representantes legais adultos, junto à figura jurídica pública do estado nacional a que pertencer. Não é demais lançarmos mãos de alguns conceitos para nos ajudarem na didática, tornando-nos mais claros. Quer dizer, do mesmo modo que uma luz mais nitidamente se nota onde há a presença da escuridão ou sombras pela ação do contraste, o que diríamos também do preto não fosse o branco, do alto não fosse o baixo, da esquerda (referencial, a geométrica), não fosse o lado direito e tantas outras junções opostas que se interagem e se complementam, como acontece ainda entre o quente e o frio, uma infração e a pena, por fim, não fugindo à regra do jogo cruzado, “a cada direito deve se sobrepor ao sagrado dever”, um não sobrevive nem se pensa sem a presença da outra parte, sendo de pronto nula toda tentativa de identificar direitos não correspondentes a deveres. Todavia, a banda não toca conforme a música, anda por toda a parte desafinada como se pode facilmente observar. Fala-se demais em direitos, não se dando ênfase o bastante ao dever, rompendo assim a ordem direta do raciocínio lógico. Não acham demasiado emblemático aparecer na Constituição Federal em vigor 76 vezes a palavra “direito” e somente quatro vezes a palavra “dever”, como explicar um placar assim?! Outra coisa que nos causa muita estranheza. Todos nós conhecemos, desde 10 de Dezembro de 1948 (já com 70 anos), a Declaração Universal dos Direitos Humanos, publicada pela ONU. Agora, a pergunta que não quer calar. Por que não existe em parte alguma do mundo (justiça se faça, algumas minutas do documento se esboçam), que se chame Declaração Universal de Responsabilidades e Deveres Humanos?! Até quando devemos ter consciência dos nossos direitos e ignorarmos, sistematicamente, os nossos correspondentes deveres e responsabilidades?!
Queremos, agora, dizer sem medo de errar que muita gente aplaudiria de pé uma educação ministrada a cada indivíduo, em casa e nas escolas, além dos meios de comunicação convencionais e digitais, que tivesse “vontade e seriedade, boas condições ao grande mister e, como consequência, a eficiência na transmissão de técnicas, conhecimentos e valores construtivos” para moldar a personalidade do educando, de modo que logo pudéssemos identificar, aí, em cada Cidadão o humano na busca constante de ser direito, que vê a Cidadania a partir do seu dever e sabe que todo direito de um Cidadão implica diretamente no dever de outro Cidadão ou entidade constituída, sendo sempre e necessariamente um, o direito, a face do outro, o dever. E que lindo oásis acabamos de pintar, como meta ou uma miragem. Absolutamente, uma utopia, no sentido do não-lugar ou lugar nenhum, apenas uma aspiração ainda distante. Mas, voltando à Terra, ou melhor, ao Brasil, o nosso chão real, retomamos o foco declarando que todos nascem, sempre, no lado do dever, para ser sujeitos, que buscam, pensam, fazem, produzem e oferecem, resultando, inevitavelmente, obedecendo a uma lógica de precisão matemática, a condição de pacientes, no lado do direito, onde, de forma direta ou indireta a atos causadores, deve (nada obstante) fluir generosa e naturalmente algo que se confunda com ou represente méritos verdadeiros. Não há outra forma (mesmo que pareça irrealizável) de construir, na sociedade e na Nação, a ordem, o Direito e a justiça, se quisermos pacificar a questão da segurança pública e particular, permitindo que o Cidadão de bem possa viver, estudar e trabalhar normalmente. Entretanto, quando se tenta examinar as causas e motivos do crescimento da criminalidade das últimas décadas no Brasil, surgem os pregadores de supostos direitos acumulados na História há séculos, que os nossos tempos atuais devem se desdobrar, hoje, com leis e esforços compensatórios como se fôssemos nós alguns réus de passados remotos, além de afirmarem os mesmos doutrinadores ideológicos, geralmente marxistas, que o capitalismo contribui de vários modos com a criminalidade no país, pelo consumo de bens caros por uns e a crônica pobreza de outrem, que o estimularia a assaltar e roubar, não explicando, porém, os grandes crimes dos seus magnatas companheiros. Fazem ainda da própria criminalidade, por eles atribuída ao capitalismo, sua razão fundamental para combatê-lo, lamentavelmente. Como vimos, assim é fácil transformar a criminalidade em aliada político-ideológica a serviço das suas reformas visando ao socialismo, pelas quais, bandidos e criminosos esperam ser amigos do rei, não mais as vítimas, como se autoproclamam. No coletivo que adotam, o indivíduo ou Cidadão vira simples abstração ou número, não mais compõe uma família, suas noções e conceitos sobre direitos e deveres perante a sociedade se resumem na condição de “vítima” da sociedade, podendo assaltar, roubar e matar. Fomentam a luta de classes entre categorias sociais, tentam romper a ordem estabelecida, na foice e no martelo (sob disfarces), mudam mentes e consciências que, aos poucos, perdem seus antigos referenciais, instrução e conhecimento, princípios e caráter, tornando-se facilmente manipuláveis pelo gênio do mal. E o “politicamente correto”, coisa deles, sempre à espreita, sendo arriscado emitir qualquer juízo, seja onde e a quem for, como se vivêssemos cercados de agentes clandestinos nos policiando em tudo o que fazemos e dizemos, o que andamos ouvindo ou lendo, com quem estamos andando ou recusando a andar, buscam sempre uma ou outra interpretação desengonçada e balizas particulares para incriminar adversários. Por acaso, alguém pode dormir com tanto barulho à porta?! Ou, ao contrário, não devemos mesmo fazê-lo, mantendo-nos sempre vigilantes e atentos, dia e noite, sem cessar?! Vamos, com fé e muita obra, aos poucos, materializar nossas esperanças?!


PS – Olá, Brasil, o País que queremos, acaba de chegar um novo tempo, o Ano da Graça de 2019! Vamos, durante 365 dias, levar dentro de nós e, quando pudermos, convertermos em realidade o sentido de alegria de que é portador todo beijo e abraço, voto e mensagem dos ambientes festivos que vivemos com a família e amigos?! Não desperdicemos, jamais, as energias que podem vir de lugares muito diversos! E, por falar em materializar esperanças, eis um bom caminho a trilhar em 2019. Por exemplo, investir mais em nós mesmos, procurando filtrar e identificar todo e qualquer “ruído ideológico”, seja no modo de pensar e falar, nos juízos de valor e na interpretação dos fatos, tendo muito cuidado com o vocabulário, preferindo regras linguísticas mais tradicionais, para não incorrermos na cartilha que queremos combater. Muitos de nós, por algum motivo, gostamos de falar, pensar e escrever, mas não degustamos (saborear, no detalhe) nem elaboramos (lapidar o texto, esculpir) como devíamos, superficiais, não criamos resistências, das quais necessitamos para fechar espaços. Assim sendo, por que não? Vamos, desde já, com bastante elegância, cuidar melhor da nossa Civilização, defendendo com unhas e dentes a Cultura e a Tradição que nos deram abrigo?! Combatendo, igualmente, o vitimismo e outras distorções do pensamento?! Quanto a 2019, portanto, suas esperanças são altas, baixas ou nulas?! Por quê?! Onde V. costuma buscar a matéria-prima?! Hein?!

MBT – Ano XX (2019): Originário de 14/05/2013, um texto em reprise com vida nova!

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POLITICAMENTE CORRETO

Ou tirania de orientação marxista a policiar fala e o livre pensar.
(Por: Joseh Pereira – 01/12/2018) – Reeditado

Quantas vezes podemos sentir-nos como reféns até sozinhos dentro de casa, seguros e protegidos por nossos mais confiáveis recursos de segurança?! É que ao exercitarmos a mente nós o fazemos em Inglês, Português, Espanhol etc. e o nosso pensamento se organiza segundo regras que regem o código linguístico, com sujeitos, predicados e complementos. Buscam-se palavras e contextos gramaticalmente compatíveis, em relação a técnicas e ao senso comum culturalmente consolidado. O pior é que em qualquer elaboração ainda insipiente e solitária já pode haver preocupação com a possibilidade do cachimbo ter entortado a mente de pessoas, criando riscos caso o que estivermos pensando venha a público num eventual improviso. E nós não estamos loucos em nossa solidão pensante ao nos preocupar com algo assim, pois, comunistas, com maior ou menor sutileza, patrulham mesmo tudo por não gostarem de camaradas que pensam, sob seu jugo ou território somente quem deve e pode pensar é o partido único no poder central. Mas muito longe de ser esta a única finalidade de tão perniciosa ideologia do “politicamente correto”, semeada e cultivada na história desde o “primeiro fracasso da teoria marxista”, devido a valores judaico-cristãos, jurídicos e filosóficos ocidentais nas consciências da classe operária, que não se rebelou contra a classe patronal capitalista e à burguesia (possuidores de capital), conforme o planejado por Karl Marx, criador do socialismo materialista, falhando na primeira experiência a sua teoria, pela qual seria implantada a ditadura do proletariado. Um momento oportuno para corrigirem seus objetivos já rejeitados por um proletariado que se nega a seguir a cartilha marxista a favor de valores mais racionais e humanos da Civilização Ocidental, mas não, os comunistas fazem o contrário, corrigem os seus métodos. E por quê? Nomes influentes de várias especialidades acadêmicas (socialistas históricos, reunidos sob a famosa denominação da Escola de Frankfurt, antes sediada na Alemanha, devido a guerra mudam para os Estados Unidos, com a acomodação do pós-guerra retornam ficando alguns dos seus na América), juntos, tais figuras concluem que os obstáculos a ser removidos do caminho são precisamente os mais nobres valores tradicionais da Civilização Ocidental, um patrimônio baseado na herança cultural do racionalismo grego, do Direito Romano e da moral judaico-cristã. Como o capitalismo está assentado nestes três pilares fundamentais, corroê-los seria a nova lógica revolucionária, não demorando para deflagarem a mais perigosa “revolução ou guerra cultural” da História contra todos os costumes e tradições consagrados do Ocidente, com o fim básico de desobstruir caminhos para a implantação das suas teses e teorias satânicas, com a ajuda inclusive de Sigmund Freud e sua Psicologia Social absurda aplicada de modo a nos convencer que “a neve é preta e quem a enxerga branca sofre uma excentricidade mórbida”, além de outras técnicas refinadas de lavagem cerebral. Assim sendo, o “politicamente correto” é correto a quem, então!? Não desconfiam, ao menos, quem são seus únicos beneficiários?! E com quais objetivos?!
Sabemos bem que numa sociedade que se preza, de Alma Ocidental, geográfica e culturalmente, além do que, essencialmente capitalista, em que a igualdade perante a lei prevalece, a população não se fragmenta em minorias ou classes conflitantes entre si, mas em camadas econômicas virtuosamente diferentes, grupos e categorias, que compartilham interesses e realizam parcerias, mantendo-se em seu desejável formato piramidal, cujas camadas todas, indiscriminadamente, possuem e ostentam suas funções, méritos e valores específicos, nas quais, a mobilidade social é permitida, mais ainda, estimulada. Em sociedade assim descrita, beneficiada por tais valores, idealmente sadia, não vingam as plantas daninhas do “politicamente correto”, cujo único efeito é o de envenenar e intoxicar o ambiente. Quem puder, portanto, não caia em manias ideológicas malvadas como a que estamos abordando, vendidas a Você sob falsa embalagem da “cultura do sensível”, destinada a não melindrar ou constranger ou, em outras palavras, podendo machucar feridas ainda não cicatrizadas de certos grupos, classes ou minorias, que “nem sabem que existem”, mas ativistas e militantes de esquerda já criaram-lhes cartilhas e manuais de conduta, ditando normas, linguagem e formas especiais de tratamento, impondo a todos novas posturas, sob pena de termos de responder perante a algum tribunal. Uma coisa, meus caros, é a cultura, quando hábitos e atitudes num relacionamento se consolidam de modo a tornar automáticas determinadas condutas. Portanto, como já dissemos, a nossa Cultura se fundamenta em três pilares indivisíveis, o religioso ou judaico-cristão, o filosófico (da Grécia Antiga) e o jurídico (do Direito Romano), todos fortes obstáculos à penetração doutrinária marxista, logo, para conseguirem êxito terão de antes destruir tijolos por tijolos os pilares de toda uma Civilização, a Ocidental, usando instrumentos da própria Cultura para miná-la e destruí-la, como ilustra recente artigo, a [Miséria da Contra-Cultura]. Um patrimônio milenar estamos deixando ir para o ralo! Não, não vamos pôr mais lenha na fogueira. Por que, em frases na terceira pessoa, “lhe” ou “o/a” por “te” (2a. pessoa); homossexual por gay (alegre); afro-brasileiro por negro (o certo); velhice por melhor-idade (um absurdo); favela por comunidade; pobres por excluídos; rico, no sentido de injusto explorador; “todos e todas”, em detrimento do neutro “todos”, se a ambos os sexos, além de outros inúmeros exemplos de violenta agressão a dicionários e gramáticas, à literatura e escritores consagrados, tudo feito com dedicação e apuro por demolidores de uma Cultura e de uma Tradição para abrir caminhos à doutrina marxista. Sob a óptica do “politicamente correto”, baseado em imperativo coletivista e materialista, todos herdamos dívidas históricas a saldar de gerações já fossilizadas, negando uma natural individualidade de pessoas e gerações, com isso tudo, criando-se normas abusivas de compensação, como as malditas cotas em tudo quanto é canto, além de muito ódio latente de humanos contra humanos, impedindo assim um equilíbrio harmônico da sociedade, sendo circunscritos todos os males resultantes sob a responsabilidade sempre de terceiros, nunca dos promotores da baderna cultural. Para encerrar, nós perguntamos. Ainda resistem dúvidas sobre a quem pertence o “politicamente correto”, onde e como nasceu, quais suas estratégias e objetivos?! Onde e como se manifesta o sintoma de verdadeira “doença social”, aliás, muito contagiosa dos nossos tempos, da qual tratamos?! Vamos nos empenhar cada vez mais para evitarmos o jogo do inimigo, no qual seremos sempre perdedores?! Valem ou não todos os nossos esforços?!

Ler Ainda: [Por Que Ser Conservador] (bem devagar sem divagar)


PS – Quem como nós, há tanto tempo, vive e sente a História sabe que durante a Guerra Fria era fácil identificar um comunista, só havia o Leste e o Oeste como potências mundiais mais países aliados, divididos. Porém, após a queda do Muro em 1989, o comunismo se desdobra em vários ativismos e militâncias com rótulos bacanas para enganar e ludibriar. Ecologia virou “ambientalismo”, com seus exageros de praxe; oscilações térmicas naturais eram, na década de setenta nos jornais, ameaças de nova era glacial, a temperatura caía; mas, no pós-Guerra Fria, com a disseminação do comunismo por outras denominações como disfarces, descobriram ser mais lucrativo vender o contrário, ou seja, um “aquecimento global” subordinado a causas humanas do progresso industrial e urbano, frutos do mesmo “algoz da humanidade”, o Capitalismo, que querem eliminar da face da Terra custe-lhes o que custar. O globo terrestre, em seu todo e regionalmente, esquenta e esfria ciclicamente, ainda que não houvesse um só terráqueo para sujar o planeta. Quem viver (os próximos 100 anos da falsa profecia) verá! Mesmo assim, Você faz parte dos que acreditam nisto, no A.G.A.?! Realizou cuidadosamente todos os cálculos que a equação climática universal exige?! Qual seu nível de segurança que Você lhe atribui, em quesito de singular importância?! Admite, então, ter coragem de se expor, assim, à posteridade?!

MBT – Ano XIX (2018): Originário de 21/04/2013, um texto em reprise com vida nova!

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